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Parlamentares do PT lideram entre os mais influentes do Diap

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) divulgou, nesta quinta-feira (16/08), a 19ª rodada de avaliação das lideranças parlamentares que compõem a tradicional relação dos “Os Cabeças do Congresso”, na qual cem parlamentares são apontados como os mais influentes da Câmara e do Senado. A lista traz 61 deputados e 39 senadores com um destaque: o Partido dos Trabalhadores é o que tem o maior número de relacionados – com 28 parlamentares “cabeças”, que se evidenciaram por um das quatro características valorizadas no estudo: debatedor(a), negociador(a), articulador (a) e Formador(a) de opinião.

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Revista eletrônica aprofunda debate sobre Plano Nacional de Educação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Seg, 10 de Outubro de 2011 22:08

A revista eletrônica ComCiência (http://www.comciencia.br) apresenta, em sua edição de outubro, uma cobertura especial sobre o Plano Nacional de Educação 2010-2020. O Plano está no Congresso e atrasado! Apresentado em 2010, já recebeu quase 3 mil emendas.

O relator do projeto, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), informou, por meio de sua assessoria, que deve entregar o texto com as emendas até outubro. Após a entrega, os deputados da comissão têm cinco sessões para que novas resoluções sejam propostas, as quais o relator deverá reavaliar.

A expectativa é que o texto final seja votado até novembro. Se for aprovado em plenário, sem nenhum recurso para ser analisado novamente, o projeto é encaminhado ao Senado e depois para a sanção presidencial.

Veja o editorial da revista ComCiência:

Plano Nacional de Educação 2010-2020

Por Carlos Vogt
10/10/2011

No ar mais um Plano Nacional de Educação (PNE), agora para o decênio que se iniciou neste ano de 2011.

Como se vê, o assunto já está atrasado e pode atrasar ainda mais.

O projeto de lei do novo PNE foi entregue ao então presidente Lula pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, em 15 de dezembro de 2010, há quase 1 ano, portanto.

São 14 páginas nas quais se apresentam 20 metas para o país alcançar até 2020, acompanhadas da descrição de estratégias para levá-las a efeito, e desdobradas em muitas outras mais para o detalhamento de cada uma das metas.

Ao projeto foram apresentadas 2.915 emendas, que poderão, é claro, quando de sua discussão no congresso, diminuir bastante em número, agrupadas por tema, por objetivos comuns, por comunhão de interesses. Resta, contudo, o fato de que o assunto não andou e quando andar deverá fazê-lo com dificuldade, dados os obstáculos a serem superados.

O PNE não é uma panaceia para a educação, mas é uma referência, um documento que, pela quantificação dos propósitos, permite fazer saber onde estamos e onde se pretende chegar com as políticas públicas oficiais de educação no país.

Não é um documento curto, mas as metas são mais enxutas, se comparadas às do PNE para a década anterior, muito mais prolixo e, portanto, com maiores riscos de dispersão.

Este número da revista ComCiência, ao mesmo tempo em que torce para que o projeto desencante no Congresso, dedica-se à tarefa de ler, entender, comentar e analisar o PNE 2010, tanto do ponto de vista de sua eficiência, isto é, de sua organicidade e consistência, quanto do ponto de vista de sua eficácia e praticabilidade, levando-se em conta as variáveis e as variações econômicas dos estados e municípios do país que deverão, como já anteriormente, desempenhar, além da união, um papel-chave para a sua realização e desempenho.

 
 
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