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“Portugal vai às ruas, dia 11, contra política de terrorismo econômico e social” PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Ter, 31 de Janeiro de 2012 12:07

A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) está convocando para o dia 11 de fevereiro uma manifestação nacional “contra a política de terrorismo econômico e social, que agrava a exploração, a desigualdade e o empobrecimento”.

Conforme o secretário geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva, o receituário ditado pela troika (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e União Europeia) “empurra o país para o precipício”. “Trabalhamos para que seja uma grande manifestação de afirmação de alternativas”, acrescentou Carvalho, denunciando que o governo do PSD-CDS, subserviente ao grande capital, está querendo jogar o peso da crise nas costas dos trabalhadores, aniquilando o mercado interno.

“Querem precarizar as relações de trabalho, facilitar a dispensa imotivada, diminuir as indenizações e o valor do seguro desemprego, flexibilizar a jornada, atacar a contratação coletiva e promover o trabalho gratuito com a redução de feriados e dias de férias. Esta receita da troika só colocaria Portugal em condições ainda mais difíceis para enfrentar a crise”, destacou. De acordo com Manuel, é "fato confirmado" na Europa que a submissão ao receituário neoliberal, com corte de investimentos públicos, direitos e salários, "só coloca os países em situações piores" para se reerguer, citando como exemplo a Grécia.

O veterano líder da CGTP alerta que os interesses da troika, ao qual o governo português está se curvando, “são os da agiotagem”, e resultariam na “amputação da democracia e da soberania em favor do poder financeiro e do grande capital”. Afinal, esclareceu, “quem tem o poder, de fato, é a Alemanha e seus bancos, que exploram descaradamente com seus juros absurdos os países da periferia”. “O Memorando da Troika é um programa que exige cortes em tudo. A única ocupação que não existe é a militar. É a mais completa submissão à financeirização”, enfatizou.

Fonte: CUT Naiconal, em 31/01/2012

 

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