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Artigo: Por um novo paradigma de desenvolvimento, de Márcio Leal

A economia mundial passa por uma grave crise: as, até então consideradas, economias desenvolvidas, tiveram seus alicerces balançados, trazendo insegurança social e financeira para a população dos EUA e Europa, com o risco de contagiar todo o resto do mundo globalizado, principalmente os países em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China.

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Grécia tenta fechar acordo com FMI apesar dos protestos populares PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Seg, 06 de Fevereiro de 2012 23:34

O primeiro-ministro grego lutou neste domingo para convencer credores e políticos a assinar o pacote de ajuda de US$ 130 bilhões, depois de seu ministro das Finanças ter dito que faltam apenas algumas horas para que a zona do euro abandone o país com seus próprios problemas.

Grécia
Lucas Papademos tenta fechar acordo com FMI, apesar dos protestos

Um tecnocrata nomeado em novembro, o premiê Lucas Papademos, está tentando assegurar que a Grécia evite afundar em uma catastrófica moratória quando grandes resgates dos títulos da dívida do país ocorrerem, no próximo mês.

O ministro das Finanças afirmou que Atenas só tem até a noite de domingo para conseguir um segundo pacote de auxílio de seus credores, depois que ministros da zona do euro disseram a ele asperamente que estão prontos para abandonar a Grécia se o país não provar que pode realizar difíceis cortes nos gastos.

– Este momento é crucial – afirmou o ministro das Finanças, Evangelos Venizelos, no sábado depois de ter classificado como “muito difícil” uma conferência por telefone com seus colegas europeus.

A primeira missão de Papademos neste domingo é conseguir pelo menos um acordo preliminar com o trio de credores estrangeiros sobre reformas incluídas no pacote, depois que dias de reunião não foram suficientes para resolver o espinhoso assunto do corte de salários e gastos.

Autoridades gregas estão ficando cada vez mais desesperadas a cada rodada de negociações, reclamando que o Banco Central Europeu, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional estavam se recusando a ceder quanto às demandas de corte do salário mínimo, dos bônus de férias e demissão de funcionários públicos.

Fonte: Jornal Correio do Brasil, em 05/02/2012

 

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