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Revitalização da indústria naval desperta interesse mundial

A indústria naval do mundo inteiro e os fabricantes de equipamentos para o setor acompanham com interesse o mercado que mais tem se desenvolvido nos últimos anos, tanto na construção de navios como nas encomendas de sondas e plataformas para exploração marítima de petróleo, na camada pré-sal.

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Deputado alagoano admite comprar votos em entrevista ao CQC PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Seg, 26 de Março de 2012 11:15

Em entrevista ao programa Custe o Que Custar (CQC), da TV Bandeirantes, o deputado estadual de Alagoas, Temóteo Correia (DEM), admitiu comprar votos para se eleger e que os políticos de seu Estado roubam verba pública tanto quanto os de São Paulo. A entrevista foi ao novo repórter do programa Ronald Rios e deve ir ao ar na próxima segunda-feira (26).

"Eu compro voto sim e, em São Paulo, os políticos roubam mais do que a gente em Alagoas. Onde se tem mais dinheiro, rouba-se mais, isso é até lógico. E o roubo acontece no País inteiro, não só aqui no Estado", disse Correia.

"Você deve roubar muito mais do que eu e, ainda por cima, trabalha para ladrão que explora a miséria do povo. A imprensa é corrupta e leva o dinheiro da gente, ela é pior que político. Parte do que ganhamos vai para vocês jornalistas. Mas, apesar disso, quero dizer que pessoas desonestas existem em todos os lugares e de todo tipo, tem políticos, jornalistas, empresários. A corrupção é generalizada no Brasil", contou o parlamentar, na entrevista.

A chegada do CQC à Assembleia Legislativa movimentou funcionários e seguranças. Os policiais militares que vigiam o Legislativo monitoravam a ação da equipe do programa. Eles receberam via rádio, ordens para evitar que a equipe importunasse os deputados.

Questionado sobre o desvio de R$ 5 milhões da verba para uma biblioteca, que não existe, na Assembleia, o deputado Olavo Calheiros (PMDB) tentou agredir o repórter. A ação foi filmada pela equipe. O presidente da Assembleia Legislativa Fernando Toledo (PSDB) saiu escoltado do prédio, enquanto o repórter perguntava sobre o desvio de R$ 300 milhões da folha de pagamento da Assembleia além de gastos, sem licitação, na compra de papel e conserto de elevadores - em dois anos, foram R$ 300 mil - além da nomeação de 125 pessoas exclusivamente para trabalhar na Mesa Diretora, todas sem função.

Fonte: Terra, em 21/03/2012

 

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