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Brasil inclui no documento da Rio+20 diretriz que associa renda mínima a iniciativas sustentáveis

Milhares de pessoas que vivem em situação de extrema pobreza em todo o mundo podem ser beneficiadas pela inclusão da proposta brasileira de criação do Piso de Proteção Socioambiental Global no documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. A iniciativa é inspirada em políticas públicas que obtiveram êxito ao garantir uma renda mínima para a população vulnerável, em conjunto com ações de recuperação e preservação ambiental. Além da Bolsa Verde brasileira, há outros programas com características semelhantes na Europa, Índia e América Latina.

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Economia Solidária recebe aporte de R$ 24 milhões PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Ter, 17 de Julho de 2012 23:46

Prefeituras de 42 cidades vão receber R$ 24 milhões para desenvolver projetos de economia solidária, ação do Plano Brasil Sem Miséria. Os recursos foram disponibilizados por meio de termo de cooperação firmado entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), publicado no Diário Oficial da União em 4 de julho.

Ao todo, 97 municípios participaram do edital 003/2011, do MTE. A meta neste ano é beneficiar cerca de 25 mil pessoas em situação de pobreza extrema em todo o país. Em 2011, foram firmados sete convênios, que beneficiaram 340 empreendimentos e mais de 6,4 mil pessoas.

Para o diretor de Inclusão Produtiva do MDS, Luiz Muller, a parceria promove desenvolvimento e inclusão social. “Apoiar projetos de economia solidária possibilita que as pessoas construam alternativas de renda a partir de uma visão mais coletiva, constituída em cooperativas ou grupos de produção”, afirma.

Os 42 projetos selecionados estão organizados em quatro eixos: “Organização Sociocomunitária”, que visa gerar capacitação e espaços para potenciais investimentos e desenvolvimento; “Formação e Assessoria Técnica”, que vai oferecer capacitação em economia solidária e assistência aos empreendimentos; “Investimentos e Finanças Solidárias”, que incentiva programas de microcrédito; e “Organização da Comercialização Solidária”, que apoiará as iniciativas de inserção dos produtos e serviços no mercado.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em 13/07/2012

 

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