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Municípios mais pobres receberão R$ 45,7 milhões para combater a hanseníase PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Qua, 01 de Agosto de 2012 20:56

Moradores de 796 municípios, com grande concentração de pessoas em situação de extrema pobreza, serão beneficiados com o “Plano Integrado de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças em Eliminação”, que terá um investimento de R$ 45,7 milhões. Já foram repassados R$ 25,9 milhões para essas localidades, onde são consideradas endêmicas enfermidades como a hanseníase, tracoma, geohelmintíases e esquistossomose. A ação faz parte do Plano Brasil Sem Miséria, que tem o objetivo de retirar da extrema pobreza 16,2 milhões de brasileiros.

Os casos novos de hanseníase diminuem continuamente, mas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste a doença é considerada endêmica, com áreas de manutenção da transmissão. “Estamos obtendo um avanço sustentado no combate à hanseníase. Queremos ampliar esse esforço para obter a eliminação da doença como problema de saúde pública no País”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

De 2000 a 2010, a incidência de casos novos de hanseníase caiu 35,1%. Entre 2010 e 2011, o coeficiente de detecção caiu 15%. Os dados mostram que, no ano passado, houve 33.955 casos novos detectados, um coeficiente de 17,6 por 100 mil habitantes. Do total de casos novos, 2.420 foram diagnosticados em menores de 15 anos de idade. Em 2010, o coeficiente de detecção geral foi de 18,22 por 100 mil habitantes, correspondendo a 34.894 casos novos da doença no País.

Tratamento

Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. Os sintomas da doença podem ser evitados com o diagnóstico precoce e o tratamento imediato disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento, gratuito, pode durar de seis a doze meses.

A hanseníase é uma doença infecciosa e atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo e varia de dois a cinco anos. É preciso observar manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo e áreas da pele que não coçam; mas, que causam a sensação de formigamento e ficam dormentes, com diminuição ou ausência de dor, da sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque.

Plano define metas até 2015

O “Plano Integrado de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças em Eliminação” tem como principal objetivo o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas integradas. A ação apresenta estratégias relacionadas à detecção precoce e ao tratamento, definindo as metas e prioridades até 2015. “O fato de ser um trabalho integrado com os estados e municípios nos auxiliará a potencializar as ações. Esperamos conseguir atingir, ainda, as metas contidas na Resolução 19 da Organização Pan-Americana da Saúde, que dispõe sobre a eliminação dessas doenças na Região da América Latina e Caribe”, reforçou a coordenadora de Hanseníase e Doenças em Eliminação do ministério, Rosa Castália Ribeiro Soares.

Fonte: Pantanal News, em 01/08/2012

 

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