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Ceará receberá recursos para combater o crack

O estado do Ceará e a prefeitura de Fortaleza assinaram, na terça-feira (31/7), o termo de adesão ao programa do governo federal Crack, é possível vencer. Com o pacto, começam e são fortalecidas ações para aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, para enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e para ampliar atividades de prevenção. Serão investidos no estado R$ 111,7 milhões até 2014 – R$ 79,6 milhões do Ministério da Saúde, R$ 24,8 milhões, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, e R$ 7,3 do Ministério da Justiça.

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Pinguelli Rosa defende política de petróleo e critica setor elétrico PDF Imprimir E-mail
Escrito por Marcio Leal   
Ter, 02 de Novembro de 2010 13:07

Na avaliação do diretor da Coordenação dos Programas de Pós- Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), Luiz Pinguelli Rosa, a eleição de Dilma Rousseff é a garantia de que a política do governo para o setor de petróleo será mantida, em particular para a área do pré-sal. “No setor energético eu concordo muito com a política do petróleo, em particular com a decisão sobre a partilha do pré-sal; com a política dos biocombustíveis”.

Pinguelli Rosa, no entanto, não concorda com a política do governo para o setor elétrico e defende mudanças, em particular, na relação do governo federal com os grupos privados. No entendimento dele, o governo do presidente Lula manteve os mesmos privilégios das empresas do setor concedidos pela administração do presidente Fernando Henrique Cardoso. Para ele, que foi o primeiro presidente da Eletrobras no governo Lula, a política adotada para o setor elétrico é um equivoco. “A energia elétrica está muito cara, foram mantidos os contratos e privilégios do setor privado quando se iniciou o governo. O setor elétrico precisa de mudanças”.

Pinguelli Rosa criticou a gestão de algumas estatais e os critérios de licitação. “Essa deve ser uma preocupação do governo eleito, mesmo admitindo que algumas coisas estão corretas, como, por exemplo, a decisão pela construção das hidrelétricas que estão programadas. Ainda assim, não me agradam os arranjos institucionais em torno das licitações. As gestões de algumas empresas estatais não são boas e também não me agradam”.

Fonte: Agência Brasil, em 01/11/2010

 
 
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